Foi um dos primeiros automóveis brasileiros a contar com computador de bordo, recurso que exibia informações como consumo, velocidade e autonomia.
Na versão 1.5, entregava 74,1 cv e 12,3 Nm de torque, compartilhando o motor com o Uno SX. O porta-malas, com capacidade de 530 litros, era um dos diferenciais do sedã.
Inicialmente disponível com duas portas nas versões S e CS, o Prêmio ganhou uma configuração de quatro portas em 1987, na versão CLS, além de itens como ar-condicionado e vidros e travas elétricas.
Em 1989, recebeu atualizações no painel e um motor Sevel 1.6, substituindo os propulsores 1.3 e 1.5 anteriores. Em 1991, passou por uma reformulação na dianteira e, no ano seguinte, incorporou injeção eletrônica na versão 1.5.
O modelo também foi fabricado na Argentina, onde recebeu o nome Duna, e exportado para países da América Latina e para a Itália, onde figurou entre os mais vendidos. No Brasil, foi eleito “Carro do Ano” em 1986 pela revista Autoesporte.